Crítica da "Água para Elefantes" pela Cinemania
05/05/2011 11:40
Novamente, a mesma velha história
Nós gostamos de ouvir a mesma história várias vezes. Como as crianças na hora de dormir, pedir-lhes para nos contar a história, como sempre, e não aceitam a menor variação no tom e ritmo da história. Nós gostamos do bem sempre vence, que vence o amor verdadeiro, mal perder e que, entretanto, algo surpreendente acontece: Manderlay para queimar ou afundar o Titanic, mas também serve para desmontar um circo.
Eu também quero saber tudo, mas o que temos, queremos saber por que Jacob (Colmillitos Robert Pattinson) é órfão, o que atinge o Benzini Brothers Circus e quando ele se apaixona por uma mulher (Reese Witherspoon) da cabeça (Christoph Waltz .) O único mistério que continua a ser resolvido (na verdade nós temos 50% de chance de atingir) é se ela vai querer ele e se você viver juntos felizes para sempre after.Porque o outro, como podemos contar a história, sabemos também: com um flashback, com voice-overs, com figurinos e direção de arte preciosas para nos ensinar a vida exótica de uma companhia de circo, com uma estrutura de roteiro clássico (pode até apostar) com música de James Newton Howard.
Nada vai nos surpreender no terceiro filme de Francis Lawrence (Eu Sou a Lenda, Constantine) porque já sabem tudo antes dela. Nós nem sequer incomodar a química zero entre os amantes e Pattinson Witherspoon (e podemos dizer que o vampiro não é convincente, à luz do dia) e vai perder a sensação animado (a repetição, a rotina, raramente animado) e talvez apenas os mais atentos vão notar uma coisa: a melhor coisa do filme é justamente o que não existe entre previsibilidade tal, Christoph Waltz. Sua personagem, um domador infalível, abusivo, não só oferece a possibilidade de espanar as medalhas e as suásticas que uma vez deu Tarantino, mas ele permite que você brilhe em toda sua complexidade (de novo é tão estúpido quanto carismático) e comer ( como um lobisomem) para co-estrelar.
Nós gostamos de ouvir a mesma história várias vezes até a exaustão e tédio, e mesmo que não faz sentido. Nós gostamos dela porque senão o livro não seria um best-seller eo filme fez o número três das bilheterias americanas. Gostamos de nos contar a mesma história centenas de vezes e não é nem bom nem mau. É sempre o mesmo.
Via: todotwilightsaga
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